“A polícia distancia-se desta informação e abstém-se de fazer quaisquer comentários. A informação para a Polícia não é verdadeira”, disse Orlando Modumane, porta-voz da PRM em conferência de imprensa realizada em Maputo.

O grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI) afirmou esta terça-feira em comunicado ter causado esta segunda-feira mortos e feridos entre militares moçambicanos, ao deter um ataque do Exército, na região de Cabo Delgado, norte do país.

Este comunicado, no qual não é especificado o número de vítimas, representa a primeira vez que aquele grupo terrorista reivindica um ataque no norte de Moçambique, região afetada desde outubro de 2017 por ataques armados levados a cabo por grupos criados em mesquitas da região e que eclodiram em Mocímboa da Praia.

A reivindicação em Moçambique acontece cerca de mês e meio depois de o EI ter anunciado o seu primeiro ataque noutro país do sul de África, a República Democrática do Congo (RDCongo).

De acordo com números oficiais, pelo menos 140 pessoas, entre residentes, supostos agressores e elementos das forças de segurança, morreram desde que a onda de violência começou em outubro de 2017 na província de Cabo Delgado.

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