Orlando Modumane, porta-voz da PRM, disse em Maputo que “não há nenhuma informação que ligue esses indivíduos à autoproclamada Junta Militar da Resistência Nacional Moçambicana”.

Os ataques realizados desde Agosto nas províncias de Manica, Sofala, Nampula e Niassa são da autoria de “criminosos não identificados”, garantiu Modume que revelou haver uma investigação em curso.

Em declarações a jornalistas por teleconferência a 19 de Setembro, o líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, alertou nãop assumiu os, ataques a autocarros de passageiros e de carga naquelas províncias.

“Não estamos a partir (assaltar) bancas, nem nada, estamos a exigir a democracia”, precisou Mariano Nhongo na altura.

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