“Graças a estes fundos, o PAM em estreita colaboração com o Governo de Moçambique e outros parceiros humanitários, vai poder apoiar 350.000 pessoas afetadas por desastres nas províncias de Tete, Sofala, Zambézia e Manica”, anunciou em comunicado.

Outro donativo foi anunciado na quarta-feira, pela petrolífera sul-africana Sasol Petroleum Temane, que opera em Moçambique, e os seus parceiros de negócio, a ROMPCO - Republican of Mozambique Pipeline Investment e a CTRG - Central Térmica de Ressano Garcia.

Em conjunto, assinaram um memorando com a Cruz Vermelha de Moçambique no valor total de 650.000 dólares para apoio às províncias de Sofala, Manica e Zambézia.

"Esperamos que a nossa contribuição e os esforços dos nossos parceiros tragam algum alívio para as famílias afetadas por esta catástrofe", disse Ovídio Rodolfo, diretor da Sasol em Moçambique.

Noutra ação, a Cáritas Portuguesa angariou cerca de 347.600 euros através da campanha “Cáritas Ajuda Moçambique”, disse fonte da organização à Lusa.

A verba está inserida no Plano de Resposta de Emergência da Caritas Internationalis que coordena toda ação da rede internacional Cáritas em Moçambique e que prevê apoio direto a 27.500 pessoas até junho de 2019 nas dioceses da Beira (Sofala), Chimoio (Manica) e Quelimane (Zambézia).

O país foi pela primeira vez atingido por dois ciclones muito intensos na mesma época chuvosa (de novembro a abril).

O ciclone Idai atingiu o cento de Moçambique em março, provocou 603 mortos e afetou cerca de 1,5 milhões de pessoas, enquanto o ciclone Kenneth, que se abateu sobre o norte do país em abril, matou 45 pessoas e afetou 250.000 pessoas.

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