“A propagação geográfica da epidemia é vasta, com casos em algumas áreas separadas por mais de 250 quilómetros e muitas áreas apenas acessíveis por helicóptero ou barco”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa declaração.

Para fazer face ao 11.º surto de Ébola declarado em maio nas zonas sem saída para o mar do noroeste do país, a OMS enviou cerca de 100 agentes e disponibilizou cerca 2,5 milhões de dólares /2,1 milhões de euros).

No entanto, a OMS defende que é necessário financiamento adicional, uma vez que a epidemia está a evoluir de “forma preocupante”.

Um total de 86 casos (82 confirmados e quatro prováveis), incluindo 36 mortes, foram registados desde o início do novo surto, segundo as estatísticas das autoridades sanitárias congolesas e da OMS, divulgadas na quinta-feira.

A epidemia anterior, a mais mortal da RDCongo com 2.277 mortes, foi declarada em 01 de agosto de 2018 e terminou oficialmente em 25 de junho.

“Quer seja covid-19, Ébola ou outras epidemias de alto impacto, devemos estar prontos, alerta e reagir rapidamente”, insistiu Ghebreyesus.

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