O chefe de Estado, Filipe Nyusi, voltou a exigir, esta sexta-feira, que o maior partido da oposição, a Renamo, promova um diálogo interno que acabe com divisões na organização e, assim, conduza ao fim da violência.

Estas exigências acontecem numa altura em que, por um lado, o processo de desmilitarização, desmobilização e reintegração, à luz do acordo de paz e reconciliação nacional assinado em Agosto do ano passado, regista atrasos. E, por outro lado, em que a junta militar, grupo dissidente da Renamo, protagoniza ataques contra alvos civis.

“Exigiremos a maior colaboração da liderança da renamo”, garantiu Filipe Nyusi, ao garantir que não se pode assitir de forma “impávida assistir à morte dos moçambicanos”. ”Alguma coisa teremos que fazer”, assegurou.


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