A senadora Kirsten Gillibrand anunciou na quarta-feira que abandonaria a corrida em consequência dos baixos números nas sondagens. Ela era uma das candidatas que não se qualificou para o próximo debate a ser realizado em setembro.

O partido Democrata estabeleceu regras para determinar quem vai participar nos debates em que os candidatos têm a chance de mostrar frente a frente onde são melhores que os seus concorrentes.

Uma vez que muitos querem ser candidatos do partido em 2020, os dois primeiros debates foram divididos ao longo de duas noites.

Além de Gillibrand, o senador Michael Bennet, o governador de Montana Steve Bullock, a congressista Tulsi Gabbard, o bilionário Tom Steyer e a guru de auto-ajuda Marianne Williamson, não conseguiram obter o apoio necessário de 2% em quatro sondagens e doações de 130 mil pessoas.

Nenhum dos outros candidatos excluídos do debate anunciou decisões para encerrar a sua corrida às eleições presidenciais.

Mas mesmo antes das pesquisas finais envolvidas na escolha do próximo campo de debate saírem na quarta-feira, três candidatos já haviam desistido. O governador de Washington, Jay Inslee, o congressista Seth Moulton e o ex-governador do Colorado John Hickenlooper abandonaram as suas esperanças na Casa Branca.

Isso deixa os principais candidatos à votação a oportunidade de se distanciarem dos que estão no fundo do bloco e com mais tempo de antena na televisão a nível nacional.

Entre eles estão o ex-vice-presidente Joe Biden, os senadores Cory Booker, Kamala Harris, Amy Klobuchar, Bernie Sanders e Elizabeth Warren, o ex-congressista Beto O’Rourke, o ex-secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano Julian Castro, o empresário Andrew Yang e o presidente de câmara de South Bend, Indiana Pete Buttigieg.

Este número certamente vai reduzir, pois o partido realiza debates mensais até ao fim do ano, antes das eleições primárias para indicação do candidato democrata em fevereiro. O partido Democrata escolherá oficialmente o seu candidato numa convenção em julho de 2020, com a eleição presidencial marcada para quatro meses depois.

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