“É uma contribuição valiosa para apoiar as vítimas”, sublinhou o representante da missão diplomática moçambicana em Macau, Rafael Custódio Marques.

“Está dentro das nossas expetativas. Agora estamos a tratar com o BNU [Banco Nacional Ultramarino] a transferência para a conta do Instituto Nacional de Gestão de Catástrofes de Moçambique”, adiantou.

“Além disso, há donativos em medicamentos e bens alimentícios por parte do Governo de Macau”, assinalou, ressalvando que ainda não é possível contabilizar esta ajuda.

Aquando do ciclone Idai, foram abertas a 20 de março três contas, uma em euros, outra em patacas e outra em dólares, sob o nome “Solidariedade com Moçambique”.

O apelo público em Macau para as contribuições em dinheiro aconteceu cerca de uma semana após o ciclone Idai ter atingido o centro de Moçambique, causando 603 mortos.

No final de abril, o ciclone Kenneth atingiu o norte de Moçambique e provocou 41 vítimas mortais e afetou cerca de 241.000 pessoas, segundo o mais recente levantamento provisório das autoridades.

Moçambique foi pela primeira vez atingido por dois ciclones na mesma época chuvosa (de novembro a abril).

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