“A Associação de Amigos de Moçambique, uma das entidades organizadoras deste evento, estará no local para receber donativos e iremos passar o evento em direto nas redes sociais para continuar a chamar a atenção para o flagelo que ainda se vive naquela província de Moçambique”, disse à Lusa a presidente da Associação de Amizade Macau-Cabo Verde Ada Sousa.

A segunda edição do evento, que decorre entre 21 e 26 de maio, tem como objetivo dar oportunidade aos africanos que vivem em Macau “matarem a saudade de vários aspetos da sua cultura”, mas também dar a conhecer a cultura aos restantes residentes e turistas do território, explicou Ada Sousa.

“Macau é uma cidade multicultural. Temos a obrigação e as pessoas de Macau têm o direito de sentir a diversidade cultural dos países africanos”, apontou.

Cinema, exposições de pintura e artesanato, workshops de tecidos africanos, palestras, música, dança, pinturas ao vivo, moda e artes plásticas estão entre as atividades patentes em vários pontos de Macau.

Moçambique foi pela primeira vez atingido por dois ciclones muito intensos na mesma época chuvosa.

O ciclone Idai atingiu o centro de Moçambique em março, provocou 603 mortos e afetou cerca de 1,5 milhões de pessoas, enquanto o ciclone Kenneth, que se abateu sobre o norte do país em abril, matou 45 pessoas e afetou 286.000 pessoas.

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