Espinola Caribe, chefe do gabinete do PAM (Programa alimentar mundial) na Cidade da Beira, capital de Sofala, faz o diagnóstico da situação, um ano depois.

Este responsável admite que as recentes inundações na área voltaram a complicar a vida dos habitantes e as expectativas quanto às futuras colheitas agrícolas.

Segundo as Nações Unidas o Ciclone Idai afectou 1,85 milhões de pessoas em Moçambique. Um cataclismo que desalojou mais de 480 mil pessoas, provocando a destruição de uma área superior a 3 mil quilómetros quadrados.

Espinola Caribe, perante a situação, admite que, um ano após a tragédia muito está por resolver e que a insegurança alimentar persiste pelo que será imprescindível manter a ajuda às populações sinistradas.


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