“Nós, como Governo, como moçambicanos, não gostaríamos que os nossos parceiros ficassem em pânico. Há muita colaboração entre nós e multinacionais que estão a explorar gás nessa zona, teremos que tomar medidas, nem que sejam extraordinárias, para ver se esse processo não ofusca o crescimento de Moçambique naquela região”, afirmou Filipe Nyusi, numa entrevista à Lusa e à Euronews à margem do EurAfrican Forum, que decorreu até sexta-feira em, Cascais, Portugal.

Os ataques no norte, reivindicados por elementos que se apresentam como extremistas islâmicos, já causaram mais de 200 mortos, perto de uma das maiores reservas de gás natural do mundo e que Moçambique vê como a solução para sair do ciclo de pobreza em que parte do país tem estado mergulhado.

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