Lutero Simango, membro sénior do MDM, lembra que os recursos não duram para sempre, sendo por isso necessário” garantir que tais recursos sejam utilizados de forma inteligente e sustentável, isto é, aplicados na construção de infra-estruturas, formação do capital humano e também para colocar Moçambique na rota do desenvolvimento”.

Ainda no seu manifesto eleitoral, o MDM defende a despartidarização do Estado, a redução do número de ministérios e os poderes do Chefe de Estado.

Entre outras medidas, elenca ainda a redução dos impostos, em particular o Imposto sobre Valor Acrescentado, de 17 para 14 por cento, de modo a criar incentivos para que as pequenas e médias empresas se modernizem.

A transformação da agricultura, tornando-a mais competitiva e empresarial, é outra aposta do partido dirigido por Daviz Simango, que defendeu que “todos os que estão no mercado informal devem ser legalizados, aplicando, para essas pessoas, políticas fiscais de incentivos”.

No capítulo da defesa e segurança, o MDM fala da necessidade de existência, no país, “de forças que defendam o Estado e os cidadãos e não interesses partidários.

Fundado em 2009, o terceiro maior partido de Moçambique, tem 17 dos 250 assentos parlamentares, e apresenta-se, na corrida eleitoral, com um candidato presidencial, Daviz Simango.

Com mais de 500 mil membros, segundo o próprio partido, no dia 15 de Outubro, o MDM vai concorrer a todas as três eleições, presidenciais, legislativas e assembleias provinciais.(

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