O MDM havia anunciado a pretensão de recorrer ao Conselho Constitucional, por não concordar com os resultados das eleições presidenciais, legislativas e das assembleias provinciais, de 15 de Outubro passado, por alegadas irregularidades.

Mas, para o analista Fernando Mbanze, com esta desistência, “o MDM está a transmitir uma mensagem de fraqueza ao seu eleitorado”.

Por seu turno, o analista Francisco Matsinhe entende que o MDM não deve desistir de recorrer “até por uma questão de prestígio como partido político”.

Entretanto, para o analista Alexandre Chiure, a decisão tomada pelo MDM “é a mais correcta”.

Refira-se, no entanto, que o MDM mantém a queixa submetida à Procuradoria-Geral da República, contra a circulação de boletins de voto fora das assembleias de votação.

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