Artur Magaia, dono da empresa Empatel Serviços Aduaneiros, terá sido interpelado por volta das 19:30 por duas viaturas, tendo sido forçado a abandonar o seu veículo e levado para um dos carros dos supostos raptores, disse Benjamina Chaves, diretora provincial do Sernic.

“Tudo indica que ele voltava do serviço. Os raptores abandonaram o carro do empresário no local”, referiu a mesma fonte, acrescentando que decorrem diligências para a localização da vítima e a responsabilização dos supostos raptores.

"Tudo indica que ele voltava do serviço. Os raptores abandonaram o carro do empresário no local", referiu a mesma fonte, acrescentando que decorrem diligências para a localização da vítima e a responsabilização dos supostos raptores.

O caso ocorreu no bairro Belo Horizonte, uma zona nobre da Matola-rio, no distrito de Boane, província de Maputo, onde vive a vítima.

Desde o início de 2020, as autoridades moçambicanas registaram um total de oito raptos, cujas vítimas são sempre empresários ou seus familiares.

Dos casos registados este ano, duas vítimas foram resgatadas pelas autoridades em Maputo, havendo também uma terceira vítima que foi libertada em condições ainda por esclarecer.

Entre o dois empresários que a polícia resgatou destaca-se o filantropo Rizwan Adatia, que esteve 21 dias em cativeiro também no distrito de Boane, e Manish Cantilal, que tinha sido raptado há pouco mais de um mês e estava cativo no município da Matola, nos arredores da capital moçambicana.

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