Alfredo Magumisse, disse que a Renamo foi “surpreendida” por uma ordem que impedia o seu candidato presidencial a aterrar, em campanha, nos distritos de Mossurize, Machaze, Sussundenga e Baruè, distritos com histórico de voto para a oposição.

“Contra todo o censo humano e politico ele foi impedido de viajar para todos estes distritos porque a aeronave que transporta ele e sua comitiva não foi autorizada a aterrar nas pistas destes distritos”, denunciou Magumisse, que concorre a governador de Manica pela Renamo.

A Renamo acusa a Frelimo, por partidarização dos aeroportos, ao ser instruídas para “desprogramar o sistema e o mapa dos aeródromos do país” e “particularmente de Manica”, alguns dias depois do seu candidato ter escalado as mesmas regiões.

O Instituto Nacional de Aviação Civil de Moçambique (INAC) ainda não se pronunciou nem o Governo.

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