Em declarações aos jornalistas em Coimbra, Joaquim Chissano afirmou que a paz no país “vai ser muito tempo sempre relativa”, sendo necessário continuar a investir na melhoria das condições de vida da população, em áreas tão diferentes como a habitação, a família, a vida em comunidade, a educação ou a saúde.

“A melhor paz é a paz do bem-estar da população e das famílias”, referiu.

Sobre os ataques terroristas em Cabo Delgado, o antigo chefe de Estado declarou que “ainda não são muito definidas” as motivações e a autoria.

“Nós não sabemos qual é a natureza” dos actos terroristas naquela província do nordeste.

Joaquim Chissano defendeu que “é preciso determinar a sua natureza e o que querem” os seus autores.

“Quando isso estiver concretizado, vamos encontrar as medidas”, disse.

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