Este novo ataque, descrito por Israel como sendo uma resposta à um míssil lançado pelos iranianos, é o último episódio de um confronto durante o qual os istraelitas atacaram por várias vezes as posições iranianas na Síria, assim como os carregamentos de armas destinados ao Hezbollah libanês, também aliado do governo do Presidente Bashar al-Assad e pró-iraniano.

Estas hostilidades prosseguidas por Israel, ocorrem numa altura em que o overno sírio, apoiado pelo Irão, o Hezbollah e a Rússia, retomou o controlo de dois terços do país, na sua luta contra os opositores armados e os jiadistas, e os Estados Unidos decidiram retirar os seus militares da Síria contribuindo para a incerteza.

Israel ,liderado por Benyamin Netanyahu, repete que continuará a impedir pela força o Irão ,seu grande inimigo, de se enraizar na Síria.Netanyahu, declarou depois do ataque desta noite, que Israel não consentirá a implantação militar iraniana na Síria.

Os bombardeiros israelitas atacaram posições da Força al-Qods dos Guardiões da revolução, situadas no aeroporto de Damasco. De acordo com o tenennte-coronel Jonathan Conricus, porta-voz do exército israelita, foram alvejadas igualmente baterias anti-aéreas sírias e segundo o exército russo, pelo menos quatro militares sírios morreram e seis ficaram feridos .

A Sana, agência noticiosa síria, afirmou que a defesa anti-aérea da Síria interceptou várias dezenas de alvos inimigos. Israel desmentiu ter registado baixas.

Segundo Yaakov Amidror, antigo conselheiro para a segurança nacional de Benyamin Netanyahu, Israel está pronto para assumir o risco de uma escalada. Amidror sublinhou que a Rússia, aliada da Síria, sabe qual é a lógica dos ataques israelitas na Síria.

Em contrapartida os analistas consideram que a publicidade, em redor dos ataques israelitas na Síria, visa beneficiar Benyamin Netanyahu na perspectiva das eleições antecipadas do mês de Abril.

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