Esses pontos constam de um estudo recente dos académicos João Feijó e Jerry Maquenzi, do Observatório do Meio Rural (OMR).

Maquenzi diz que “quando começou a exploração de pedras preciosas por garimpeiros ilegais, ali estavam Indivíduos de vários países”, que depois vendiam nas suas terras de origem.

Mas, continua, “com a entrada de novas empresas, isto de alguma forma criou descontentamento daqueles indivíduos que estavam directamente ligados aos negócios”.

Os ataques, segundo as autoridades, tiveram inicio em Outubro de 2017. Mais de 200 pessoas foram mortas e inúmeras casas de população pobre foram destruídas.

Na resposta à situação, o académico Maquenzi diz que o diálogo permanente entre o Estado e as comunidades pode ser a solução.

“Um dos aspectos mais importantes é a comunicação, ou seja, o Estado deve criar condições de tentar conversar com as comunidades, qualquer decisão ou política que pretende implementar tem que auscultar as pessoas”, diz.

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