“Usar resultados de pesquisa em ciências sociais para influenciar políticas, a maneira de pensar nos problemas do país e a agenda do debate sobre opções de desenvolvimento é algo de grande complexidade”, escreve o investigador Salvador Forquilha, na introdução do livro Desafios para Moçambique 2018.

A complexidade da tarefa é ainda mais evidente “num contexto como o de Moçambique, onde a produção de conhecimento nas ciências sociais é um processo relativamente novo e a cultura de debate franco e sem tabus é ainda bastante incipiente”, sublinha.

"Usar resultados de pesquisa em ciências sociais para influenciar políticas, a maneira de pensar nos problemas do país e a agenda do debate sobre opções de desenvolvimento é algo de grande complexidade", escreve o investigador Salvador Forquilha, na introdução do livro Desafios para Moçambique 2018.

A complexidade da tarefa é ainda mais evidente "num contexto como o de Moçambique, onde a produção de conhecimento nas ciências sociais é um processo relativamente novo e a cultura de debate franco e sem tabus é ainda bastante incipiente", sublinha.

O livro é constituído por 18 artigos de 36 autores organizados em quatro secções: política, economia, sociedade e Moçambique no mundo.

A obra é a nona edição da série Desafios para Moçambique, iniciada em 2010, e a maior parte dos artigos que compõem o livro resulta da V Conferência Internacional do IESE, realizada em Setembro de 2017, com o tema "Desafios da investigação social e económica em tempos de crise”.

O objectivo, escreve Salvador Forquilha, é contribuir "para o debate sobre a elaboração e implementação de políticas, como também para o processo de construção de uma cidadania activa".