A iniciativa é organizada pela Fundação para a Melhoria do Ambiente de Negócios (FAN) e pela Sociedade de Investimentos Gapi com o objetivo de contribuir para o “relançamento da vida social e económica da Região Centro de Moçambique”, referem em comunicado.

O fundo prevê a concessão de crédito a taxas de juro bonificadas, bem como assistência técnica “para que as empresas afetadas possam reerguer-se”.

Os apoios serão concedidos “em coordenação com as autoridades públicas mandatadas para dirigir o programa de reconstrução”, já anunciado pelas organizações estatais.

As duas instituições vão trabalhar na conceção e implementação conjunta de projetos específicos que “devem contribuir para a expansão e consolidação do papel do setor privado”.

O alvo são as pequenas e médias empresas geradoras de postos de trabalho sustentáveis e pretende-se alcançar uma “melhoria dos rendimentos de pessoas economicamente ativas”.

“A FAN está muito motivada para participar neste esforço coletivo de normalização da vida do tecido empresarial moçambicano, nas zonas afetadas pelo ciclone Idai”, disse Leonardo Simão, presidente da FAN, citado no comunicado.

Por seu lado, Luís Sitoe, presidente da Gapi, refere que a parceria com a FAN foi estabelecida “no momento certo e vai contribuir para alavancar as valências das duas instituições para dar respostas mais robustas aos desafios de desenvolvimento económico e social”.

O ciclone Idai, que afetou também o Maláui e o Zimbabué, provocou pelo menos 603 mortos em Moçambique e afetou mais de 1,5 milhões de pessoas, segundo dados das autoridades moçambicanas.

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