A verba foi entregue ao PAM, na qualidade de coordenador do Grupo Global de Logística, refere um comunicado daquela organização das Nações Unidas.

"A magnitude da destruição provocada pelo Idai não deixa dúvidas: as necessidades humanitárias são enormes. E a logística é crucial para ajudar a salvar mais vidas e apoiar os esforços de recuperação e reconstrução pós-desastre", afirmou a representante do PMA em Moçambique, Karin Manente, citada na nota de imprensa.

O número de pessoas afetadas pelo ciclone Idai e pelas cheias em Moçambique subiu para 1,4 milhões, segundo os dados das autoridades moçambicanas.

Um total de 1.416.024 pessoas são contabilizadas como afetadas pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) de Moçambique na sequência da passagem do ciclone Idai. Este número inclui todas aquelas que necessitam de algum tipo de assistência, que podem ter perdido casas ou necessitam de alimentos.

A atualização de hoje feita pelo INGC mantém o número de mortos em 598 e o total de feridos em 1.641.

Dois números em relação à assistência humanitária foram atualizados, refletindo uma redução nas novas necessidades de apoio à medida que os dias passam.

O número total de pessoas em centro de acomodação desceu de 131.136 para 129.754, ou seja, menos 1.382 em relação a quarta-feira (uma descida de 1%).

Um outro dado diz respeito à atribuição de abrigos e bens não alimentares, que desceu de 32.290 para 26.834 famílias.

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