"Estão criadas as mínimas condições para o retorno das famílias afetadas pelo ciclone Idai e inundações para pontos mais seguros nas suas zonas de origem", disse Augusta Maíta, em declarações ao diário Notícias.

Várias instituições, prosseguiu, estão empenhadas na criação de condições para o reassentamento das comunidades deslocadas pelo ciclone e inundações.

O ciclone Idai atingiu a região centro de Moçambique, o Maláui e o Zimbabué em 14 de março.

Em Moçambique, o ciclone fez 602 mortos e 1.641 feridos e afetou mais de 1,5 milhões de pessoas, segundo o mais recente balanço.

Na quarta-feira, as autoridades do Zimbabué anunciaram que a passagem do Idai causou 344 mortos no país, revendo em alta estimativas anteriores, que indicavam entre 180 a 250 vítimas mortais. Estão ainda pelo menos 257 pessoas dadas como desaparecidas no leste do país.

Na Maláui, as inundações provocadas pela passagem do ciclone provocaram 59 mortos e quase 900 feridos.

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