Simão Tomás, da igreja Metodista Unida de Moçambique, diz haver “a necessidade de se criarem condições para que as pessoas residentes em zonas afectadas pelos ataques possam votar, e isso é responsabilidade do Estado”.

Contudo, o porta-voz do STAE, Cláudio Langa, diz que há condições para a votação, “porque quase todas as pessoas residentes nas zonas de conflito recensearam-se fora do seu local de residência”.

Langa explicou que quando começou o recenseamento, “algumas aldeias já estavam despovoadas e os cidadãos estavam nas sedes distritais, onde se recensearam”.

De acordo com o porta-voz do STAE, os ciclones Idai e Kenneth, que este ano afectaram as regiões centro e norte de Moçambique, também não terão qualquer impacto sobre o processo eleitoral.

“Muitos dos eleitores afectados por estes ciclones já haviam sido recenseados para as eleições autárquicas, dado que a maioria das zonas fustigadas faz parte dos distritos com autarquias. Muito poucos foram os distritos afectados que não tinham sido recenseados em 2018″, realçou.

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