Em comunicado, o presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki Mahamat, congratulou-se com o sucesso das eleições presidenciais realizadas em 24 de novembro e 29 de dezembro de 2019 na Guiné-Bissau, felicitando os candidatos e "particularmente o povo da Guiné-Bissau que, pela sua mobilização exemplar e pacífica, demonstrou o seu empenho na democracia, na paz e na estabilidade do seu país".

Também reafirmou a solidariedade e o apoio da organização ao "povo irmão" da República da Guiné-Bissau, desejando-lhe o maior sucesso na realização das suas profundas aspirações.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) divulgou em 1 de janeiro os resultados provisórios das eleições presidenciais, sem, segundo o Supremo Tribunal de Justiça, ter terminado o apuramento nacional.

Supremo pede novo apuramento

Entretanto, na sequência de um recurso de contencioso eleitoral, apresentado pelo candidato Domingos Simões Pereira, apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), o Supremo Tribunal de Justiça já tinha emitido um acórdão a pedir o cumprimento do artigo 95.º da Lei Eleitoral, tendo mais tarde, numa aclaração, insistindo na necessidade de realizar o apuramento nacional.

A CNE, por seu lado, diz que concluiu o processo com a divulgação dos resultados definitivos, que dão a vitória a Umaro Sissoco Embaló com 53,55% dos votos, atribuindo a Domingos Simões Pereira 46,45%.

por: Agência Lusa

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