"São pessoas, indivíduos que estão a criar o seu partido político. Agora, se eles evocam que são membros da Frelimo, se gostam da Frelimo, se eles querem ser da Frelimo, o que têm de fazer é trabalhar e apoiar a Frelimo", frisou Caifadine Manasse.

A posição surgiu no portal da Frelimo na Internet na segunda-feira, sublinhando que o porta-voz "nega que os fundadores do recém-criado Podemos sejam dissidentes".

Os criadores do novo partido são antigos membros da Frelimo que pediam mais "inclusão económica", mas hoje dizem estar "desencantados, porque não era possível a mudança de rumo a partir de dentro do partido", referiu Albino Forquilha, presidente do Podemos, legalizado na terça-feira, dia 14, em Maputo.

A nova organização é integrada por membros da Associação de Ajuda ao Desenvolvimento de Moçambique (Ajudem), que tentou concorrer, sem sucesso, às eleições autárquicas de 2018, em Maputo, com uma lista encabeçada por Samora Machel Júnior (Samito), filho do primeiro presidente do país e militante destacado da Frelimo.

Agora não há ligação declarada: Samito "é soberano e só ele saberá que rumo dá à sua vida política", declarou o presidente do Podemos.

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