A maior parte das pessoas que sofrem da fome esgotou as suas reservas alimentares, revela o director provincial de Agricultura e Segurança Alimentar em Sofala.

Adérito Mavie realçou que “estamos a falar de 417 mil pessoas que devem merecer atenção ao nível do Governo, no sentido de assegurar que estas pessoas tenham alimentos para a sua sobrevivência”.

As mudanças climáticas, que resultam na escassez de chuvas e em ciclones, ou outros fenómenos, estão na origem da fraca produção de alimentos, não só em Sofala como também noutras províncias moçambicanas.

Entretanto, o economista João Mosca reconhece o impacto das mudanças climáticas sobre a agricultura, mas considera que a falta de investimentos significativos em infraestruturas agrava os problemas no sector.

“O Estado devia apostar muito em regadios”, conclui.

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