Um estudo levado a cabo pelo Instituto Tony Blair, sobre ataques armados no norte de Moçambique, alerta e recomenda para a urgência de uma intervenção militar perante a deterioração da situação na província de Cabo Delgado, que se atribui ao grupo terrorista Ansar al-Sunna, com ligação ao Estado Islâmico.

O recrudescimento da violência armada tem estado a ter um impacto na vida da população e nos planos governamentais, reconhece o Primeiro-Ministro Carlos Agostinho do Rosário, que manteve um encontro com algumas famílias deslocadas em Namialo, na província de Nampula.

“Estamos aqui para juntos procurarmos soluções para estes problemas”, sublinhou o primeiro ministro moçambicano.

Contudo o relatório recomenda uma coordenação regional e internacional para combater esta ameaça, incluindo a mobilização de uma força militar com soldados africanos para o combate aos grupos terroristas que já provocaram 600 vítimas mortais e 200 mil deslocados.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.


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