O libanês é julgado pelo envolvimento na operação que resultou no desvio de, pelo menos, 200 milhões de dólares para contas de funcionários do banco Credit Suisse, membros do governo, empresários e cidadãos ligados à elite moçambicana.

O valor foi desviado de um empréstimo do Credit Suisse para projectos alegadamente de protecção costeira e pesca de atum em Moçambique.

Os Estados Unidos julgam o caso por considerar que Jean Boustani conspirou, nomeadamente para defraudar investidores; cometer fraude usando meios electrónicos; e para a lavagem de dinheiro.

Os procuradores que representam o governo americano pediram a condenação de Jean Boustani, sob argumento de que roubou dinheiro aos pobres moçambicanos para dar aos seus amigos ricos.

Para a equipa de defesa de Boustani, o jovem negociador não cometeu nenhuma infracção e deve ser absolvido.

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