O empresário Silvestre Bila negou, na passada quinta-feira, ter qualquer influência nas decisões tomadas pelo Estado moçambicano, que nos próximos cinco anos será dirigido por Filipe Nyusi. O empresário reagia às informações que têm circulado nas redes socias, onde o seu nome é referenciado como pivô do novo chefe do Estado.

Em entrevista à revista Ídolo, Bila refutou as acusações da tomada e controlo do Estado e alegou ser vítima de pessoas de má fê. "Quando uma pessoa trabalha e começa a ter alguns bens, isso mexe com a vida das pessoas. Temos um problema muito grande neste país, que se chama inveja, e sinto muito pela pessoa que escreveu "isso". Se fosse uma pessoa séria devia escrever o seu nome no artigo que publicou", comentou Bila.

Apesar de ser um empresário de sucesso no país, Bila deixou claro que não tem nenhuma intenção de controlar o Estado, admitindo no entanto que “ sou membro da FRELIMO e se tivesse mais dinheiro poderia injectar para que o partido fosse ainda mais forte, a favor do bem de todos moçambicanos, portanto, não controlo nada disso de que sou acusado”, concluiu o empresário.

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