Na mesma situação, escreve “O País”, de Maputo, estão os antigos chefes da Secreta moçambicana, Gregório Leão e António do Rosário, e o jovem Bruno Tandane, descrito como empresário.

Na altura da contratação das dividas ocultas, alegadamente para projectos pesqueiros e de segurança marítima, Leão era director geral dos Serviço de Informações e Segurança do Estado e Do Rosário era seu braço direito e responsável pela área de inteligência económica.

Os quatro haviam submetido pedidos de habeas corpus, procedimento que poderia lhes garantir aguardar o julgamento em liberdade, mas, esta semana, o Tribunal Supremo indeferiu.

Ligado ao mesmo processo, continua detido, na África do Sul, o ex-ministro das Finanças e deputado, Manuel Chang.

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