Barbara Jeque, presidente da liga da Liga Feminina da Renamo, no distrito do Zumbo, na companhia do marido, também membro do partido, desapareceram na terça-feira, 14, quando se dirigiram ao posto administrativo de Zambwe, para entregar as credenciais aos delegados de candidatura e as réplicas de cadernos de votação.

“No regresso, cerca das 10 horas, foram interceptados por esquadrões da morte e conduziram-nos na mata e foram-lhes matar”, disse Evaristo Sixpense.

“A mulher (foi atingida) com oito tiros e o marido também foi morto de tiros, e também foi carbonizado”, acrescentou o delegado provincial da Renamo, acrescentando que no fim do dia da votação, o partido lançou um alerta sobre o desaparecimento dos dois dirigentes.

“Ontem começamos a investigar as pistas de um dos populares”, precisou Evaristo Sixpense, para depois acrescentar que “hoje conseguimos achar os corpos e já se realizou o funeral ainda esta tarde”.

A Renamo supõe que o assassinato esteja ligado a motivações politicas.

A VOA tentou em vão ouvir a Polícia da Republica de Moçambique (PRM) e o Governo local.

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