O plano “identifica as áreas de intervenção prioritária e permite-nos entender melhor quais os aspetos de resposta que devem ser foco e em que sequência em relação ao pico potencial da pandemia e o achatamento da curva”, disse Pedro Comissário, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, citado hoje num comunicado conjunto.

O plano, orçado 379 milhões de dólares, será financiado por fundos de parceiros internacionais e, do total necessário, pelo menos 42 milhões de dólares já estão disponíveis.

A estratégia vai destacar o fortalecimento do setor da saúde, uma vez que se trata de uma pandemia, mas prevê ainda mitigar os efeitos da doença noutras áreas.

"Isso inclui acesso significativo à proteção social e serviços básicos como água, saneamento, educação e recuperação económica, incluindo desafios socioeconómicos, como emprego, meios de subsistência, segurança alimentar e nutrição", acrescentou-se no comunicado.

"Todos os nossos esforços devem ser direcionados para a construção de caminhos sustentáveis e resilientes que nos permitam não apenas vencer a COVID-19, mas também enfrentar a crise climática, reduzir a desigualdade e erradicar a pobreza", afirmou a coordenadora residente da ONU em Moçambique, Myrta Kaulard, citada no documento.

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