Segundo Fachrul Razim, a Arábia Saudita ainda não anunciou se irá abrir a peregrinação, prevista para julho, a muçulmanos de outros países, sublinhando ser já tarde para preparar a deslocação, mesmo que se decida hoje.

“O Governo não vai enviar peregrinos” a Meca, afirmou Razi.

A Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, normalmente envia um dos maiores contingentes na peregrinação às cidades santas do Islão, como Meca e Medina, na Arábia Saudita.

Antes do início da epidemia, as autoridades pensavam enviar este ano 221.000 peregrinos.

Razi recordou que, no passado, as peregrinações realizadas quando se registavam surtos de doenças resultaram em tragédias, em que morreram dezenas de milhares de fiéis.

“Em 1814, em 1837 e em 1858 houve surtos epidémicos de várias doenças, em 1892 o de cólera, e em 1987 o de meningite”, especificou.

Até hoje, as autoridades sanitárias indonésias confirmaram 27.549 casos de COVID-19, tendo morrido 1.663 infetados.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 375 mil mortos e infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

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