A alteração legal prevê que mais entidades do Estado passem a consultar o CNCS em matérias de defesa e segurança para poderem reagir a ameaças ou tomar decisões no âmbito das suas competências.

Ao abrigo das alterações aprovadas pelo parlamento, aquele órgão consultivo vai integrar igualmente o ministério que superintende a área do mar, águas interiores e pescas, além dos ministros das áreas de defesa e segurança, que já eram parte da entidade.

As inovações foram introduzidas com o apoio da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, que detém a maioria de 189 deputados na Assembleia da República.

A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, votaram contra as alterações.

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