De acordo com uma nota divulgada pelo Gabinete de Informação de Moçambique, o Conselho Nacional de Defesa e Segurança insta as Forças de Defesa e Segurança a “prosseguir com operações de forma implacável contra os malfeitores, responsabilizando-os pelos atos bárbaros perpetrados contra cidadãos indefesos”.

O posicionamento daquele órgão surgiu durante a 14.ª reunião ordinária, presidida pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, ontem em Maputo.

Durante o encontro, o órgão saudou o trabalho que as autoridades moçambicanas estão a fazer para repor a segurança na região de Cabo Delgado, segundo a nota.

Grupos armados até agora desconhecidos têm realizado atos de violência em vários distritos da província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, desde outubro de 2017, tendo causado pelo menos 140 vítimas mortais.

Em dezembro, o Ministério Público (MP) de Moçambique juntou mais cinco nomes à lista de cerca de 200 pessoas que estão em julgamento acusadas de estarem envolvidas nos ataques armados em Cabo Delgado.

O empresário sul-africano Andrew Hannekon, detido pelas autoridades de Moçambique como um dos suspeitos de financiar ataques armados no norte do país, morreu ontem no hospital de Pemba, após ser retirado da cadeia para o hospital, no sábado, inconsciente e com convulsões, disse à Lusa a esposa.

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