O presidente chinês prometeu elevar a parceria estratégica com Portugal para um novo patamar, nomeadamente na chamada Faixa económica da “Rota da seda” e ainda da “Rota da seda marítima” do século XXI, um dos instrumentos assinados por ambas as partes.

Xi Jinping alegou que as relações com Portugal estavam no seu melhor momento histórico. Pequim e Lisboa assinalam em 2019 40 anos de relações bilaterais, ano em que se celebra também o vigésimo aniversário da transferência de soberania de Macau de Portugal para a China.

Será, pois, o Ano da China em Portugal e de Portugal na China.

O primeiro-ministro português, António Costa, salientou o facto de os acordos assinados terem envolvido, além dos dois governos, instituições universitárias, autarquias e empresas de ambos os países.

Acordos que passam por áreas como a economia, educação, comércio, turismo, desporto, ciência e tecnologia ou a comunicação social.

Durante esta deslocação foi formulado um convite pelo presidente chinês ao seu homólogo luso para uma visita a Pequim.

Marcelo Rebelo de Sousa aceitou imediatamente o convite e enfatizou a importância dos resultados obtidos com esta visita de Estado de dois dias do presidente chinês a Portugal.

Para o efeito Xi Jinping reservou por completo o Hotel Ritz, com cozinheiros especiais e limusinas blindadas, obrigando a obras, a expensas da China, na garagem do estabelecimento hoteleiro e mesmo no Aeroporto de Lisboa.

O trânsito e o acessso dos moradores junto do hotel, perto da Rotunda do Marquês de Pombal, ficou também muito condicionado devido ao aparato em torno desta deslocação do número um chinês.