Ao fim de uma semana de campanha, Albino diz que ainda não viu um tostão na conta criada para receber o financiamento público que os partidos e candidatos presidenciais devem receber do Orçamento do Estado.

Por causa desta situação, afirma que a sua campanha está concentrada apenas na província de Nampula, onde a Acção de Movimento Unido para Salvação Integral (AMUSI),  partido que suporta a sua candidatura, está sedeada.

“Sei que os outros partidos já receberam, mas eu estou a ser descriminado” reclamou o candidato, em declarações  à VOA por telefone.

Apesar deste “condicionalismo”, Albino diz que vai fazendo o que pode ”com recursos próprios” e acredita que o eleitorado está a considerar a sua candidatura, baseada em “mensagens de uma governação inclusiva”.

O seu manifesto eleitoral, segundo ele, está focado nos sectores sociais, mas a agricultura será a base da sua governação.

Não foi possível ouvir a reacção da Comissão Nacional Eleitoral.

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