Fontes citadas pela Carta de Moçambique dizem que foram colocadas barricadas ao longo da estrada e, quando a viatura das FDS chegou ao local, os insurgentes começaram a disparar e posteriormente decapitaram as vítimas e queimaram a viatura.

Ainda de acordo com a Carta de Moçambique, os corpos das vítimas foram levados para o Hospital Distrital de Mueda. Os cinco indivíduos russos, diz a Carta, pertencem ao Grupo Wagner, que apoia o governo moçambicano nas operações de desactivação das bases e eliminação dos focos de violência naquela área do país.

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