O último balanço do Ministério da Saúde dava conta de 149 mortos.

Hassan indicou, ao receber uma delegação médica argelina que chegou ao Líbano para ajudar nas tarefas de socorro e resgate, que cerca de 20% dos 5.000 feridos nas explosões tiveram de ser hospitalizados.

Pelo menos 120 estão em estado crítico, adiantou.

O número de desaparecidos devido às explosões na capital do Líbano, que deixaram até 300.000 pessoas desalojadas, foi estimado em uma centena há dois dias.

As autoridades continuam com os trabalhos de resgate nas zonas mais afetadas pela explosão, nos arredores do porto, procurando sobreviventes.

Cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amónio que estavam armazenadas no porto de Beirute estarão na origem das explosões, que levaram à declaração da capital como “zona de desastre”.

Na quarta-feira foi decretado o estado de emergência em Beirute por duas semanas.

A tragédia atingiu o país que vive uma crise económica séria – marcada por uma desvalorização sem precedentes da sua moeda, hiperinflação, despedimentos em massa -, agravada pela pandemia do novo coronavírus, que obrigou as autoridades a confinarem a população durante três meses.

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