Espera-se que as estações voltem a estar operacionais até julho de 2020, melhorando a cobertura móvel em diversas zonas das regiões Centro e Norte (províncias de Manica, Sofala, Zambézia, Nampula, Niassa e Cabo Delgado), anunciou a ARECOM em comunicado, na quinta-feira.

"Enquadram-se no âmbito do contrato, de duração de 10 anos, torres, vedações, painéis solares, baterias, antenas e demais equipamentos existentes nas estações localizadas nas que possam ser reutilizados", anunciou a autoridade.

Como contrapartida do trespasse, "a Vodacom irá investir na reabilitação, aquisição de equipamentos, instalação e colocação em serviço das estações", num investimento estimado em cerca de 250 milhões de meticais.

As infraestruturas tinham sido financiadas pelo Fundo do Serviço de Acesso Universal (FSAU), entidade gerida pela ARECOM.

O FSAU dedica-se ao financiamento de projetos de telecomunicações, sendo que a infraestrutura e equipamentos por si financiados são propriedade do Estado.

O quadro atual "revela que diversas estações construídas com base no financiamento deste fundo não se encontram operacionais e a ARECOM rescindiu o contrato com a Tmcel", operadora estatal, que as instalou, "convidando a Vodacom a apresentar uma proposta com vista à sua operacionalização", concluiu.

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