"O esforço maior está sendo envidado pelas Forças de Defesa e Segurança, [para que as pessoas possam] retornar às suas antigas aldeias", disse Atanásio Mtumuke, falando momentos antes de dirigir uma cerimónia de encerramento de um curso militar na capital do país.

Os ataques armados em Cabo Delgado já causaram pelo menos 300 vítimas mortais, segundo números oficiais e da população, e perto de 60.000 residentes foram afetados, muitos obrigados a deslocar-se para outros locais em busca de segurança, segundo dados das Nações Unidas.

Mtumuke frisou que as operações tem como principal objetivo é "garantir segurança das pessoas",algumas das quais que foram obrigadas a abandonar as suas aldeias.

"O que está a acontecer neste momento é que algumas populações estão fora das suas aldeias, mas as atividades das Forças de Defesa e Segurança continuam no terreno a garantir a segurança das comunidades", frisou o governante.

A região de Cabo Delgado vê-se a braços com ataques de grupos armados desde outubro de 2017, após anos de atritos entre muçulmanos de diferentes origens, com a violência a eclodir em mesquitas radicalizadas.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.