Ntaganda foi considerado culpado em Julho passado de 18 acusações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade por actos cometidos quando ele era chefe de operações militares da milícia União dos Patriotas Congoleses em 2002-2003.

Durante o seu julgamento, Bosco Ntaganda negou ser um assassino e criminoso de guerra e disse que nunca atacou civis que “sempre protegeu”.

O juiz Robert Fremr, ao ler a sentença, disse que não havia circunstâncias atenuantes.

Esta é a maior pena aplicada pelo tribunal desde a sua criação.

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