"Estamos aqui para transmitir uma mensagem de esperança e coragem, principalmente para as famílias. A equipa médica está a trabalhar, temos de ter esperança", disse a antiga primeira-ministra, citada pela Televisão de Moçambique, durante a visita no hospital da vila do Songo, no centro do país.

No total, 56 pessoas ficaram feridas, 15 das quais em estado grave. No entanto, até ao início da tarde de hoje, 12 dos feridos em estado grave já estavam estáveis e receberam alta.

Fonte da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) fala de quatro mortos, mas o hospital da vila do Songo anuncia cinco vítimas mortais.

O acidente ocorreu à saída da vila do Songo, junto à albufeira de Cahora Bassa, com um camião que transportava simpatizantes do partido, na caixa de carga, e que regressavam aos seus locais de origem.

O veículo de mercadorias despistou-se pouco depois de iniciar viagem, saiu da estrada, resvalando para uma encosta onde capotou, segundo um comunicado do Gabinete Provincial de Preparação de Eleições da Frelimo, na província de Tete.

A Polícia moçambicana aponta falhas mecânicas como causa do acidente.

A Lusa tentou apurar junto das autoridades policiais qual o número de vítimas no acidente, mas não obteve respostas.

No dia 11 de setembro, após um comício da Frelimo em Nampula, dez pessoas morreram quando uma multidão saiu de forma desordenada de um estádio de futebol onde decorria o evento.

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