Nayomi Santos entrevistou Célia Claudina, da Rede de Comunicadores Amigos da Criança; e Carlos Manjate, de Rede Contra o Abuso de Menores.

Célia Claudina diz que “o que nós sentimos é que todos os candidatos colocaram a questão de educação como uma das áreas que vão tratar”, mas faltam detalhes, tendo em conta os desafios do país.

Ela dá o exemplo do facto de o país registar muitos casamentos prematuros, que são uma das causas da “desistência escolar das raparigas“.

A desistência é também preocupante entre os rapazes, acrescenta Carlos Manjate, explicando que tal é derivado da necessidade de procurar emprego para sustentar a vida.

Reconhecendo alguns avanços na educação, os dois especialistas dizem que o próximo governo deve ter propostas concretas.

“Os planos do governo para próximo quinquénio têm que ter a criança como foco,” diz Célia Claudina.

Nisso, acrescenta, a educação da criança portadora de deficiência deve ser bem elaborada.

E Carlos Manjate enfatiza a necessidade ser feito investimento no ensino técnico.

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