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Destaques a 06 de Maio: Falta de medicamentos nos hospitais públicos

06 de Maio de 2011, 08:55

O SAPO Moçambique fez uma ronda pelas bancas noticiosas e escolheu os temas que marcam a actualidade informativa no dia de hoje, 06 de Maio.

Falta de medicamentos nos hospitais públicos

Os hospitais públicos do país enfrentam uma crise de falta de medicamentos facto que se deve ao agravamento de factores externos ao próprio ministério da saúde, avança o jornal Notícias.

Entrevistado pelo programa "Grande Entrevista" da TVM, Primeiro-Ministro, Aires Ali, falando disse que “estamos conscientes de que precisamos de resolver rapidamente o problema".

"O novo ministro da Saúde e seus colaboradores estão à busca das melhores soluções. Recentemente trabalharam com os parceiros de cooperação e foram ultrapassados pequenos problemas que ainda existiam. Vamos continuar a trabalhar com as associações dos médicos e dos enfermeiros, que têm estado a colaborar muito bem”, salientou.

Presidente do CC em audição na AR

Durante a manhã de hoje, o presidente do Conselho Constitucional, Hermenegildo Gamito, vai estar reunido em audição na Assembleia da República, para uma audição na Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade, dirigida por Teodoro Waty, adianta o jornal O País.

Capacidade negocial é preciso - Castel-Branco

O académico e economista, Castel-Branco defende que o "governo tem fraca capacidade de negociar”, escreve O País.

Para o economista nos últimos anos o PIB cresceu em média 7%, a produção alimentar por pessoa diminuiu, encarecendo os preços dos alimentos.

“Deve-se desenvolver uma matriz macroeconómica dos recursos minerais, onde tem que se ter em conta o que queremos fazer com a economia e o papel específico dos recursos minerais. Devemos conceptualizar os recursos minerais numa estratégia de desenvolvimento, onde a componente social é devidamente abordada”, defendeu Castel-Branco.

Maxaquene – cube à venda

O clube de Desportos da Maxaquene prepara para vender o seu património desportivo ao que tudo indica devido a um contrato-promessa que prevê a venda de “espaço total do clube”, noticia O País.

Segundo revela o mesmo jornal, o contrato-promessa prevê que os 3,8 milhões USD seriam pagos fazendo-se uso do campo da Machava como moeda de troca de um valor equivalente a 2,3 milhões. O remanescente, 1,55 milhão, seria pago em dinheiro e em prestações, sendo a primeira de 60 mil USD, seguindo-se 35 prestações de 40 mil.

Moçambola -“tricolores” inquietos

Já se sabe que, independentemente do resultado que obtiver, o Maxaquene continuará isolado na liderança do Moçambola-2011. E, para o seu melhor sossego, recebe o modesto Atlético Muçulmano, numa jornada (nona) em que o campeão nacional não pode dormir tranquilo, a pensar na recepção à HCB, uma das equipas sensação da prova.

 

SAPO MZ



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