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UEM AGUARDA RESULTADOS DE AVALIAÇÃO INTERNACIONAL DA QUALIDADE

13-08-2017 13:41:39


Maputo, 13 Ago (AIM)- A Universidade Eduardo Mondlane (UEM), o mais antigo estabelecimento de ensino superior em Moçambique, vai saber, nos próximos tempos, os resultados de avaliação internacional da qualidade dos cursos que ministra.

Nos dias 8 e 9 de Agosto corrente, a instituição foi visitada por uma equipa de avaliadores externos internacionais, no âmbito da iniciativa de avaliação institucional que a Associação das Universidades Africanas (AAU) está a coordenar, em parceria com a Comissão da União Africana, Comissão da União Europeia, Serviço Alemão de Mobilidade Académica (DAAD), Associação das Universidades Europeias (EUA) e Associação Europeia para Garantia de Qualidade no Ensino Superior (ENQA).

Segundo um comunicado daquele estabelecimento de ensino público, a visita visava analisar evidências sobre a qualidade dos serviços de ensino, investigação e extensão da UEM, incluindo áreas de suporte tais como a governação e administração universitária. Após a visita, os avaliadores vão redigir um relatório sobre o nível de qualidade da UEM.

Para além desta iniciativa, a UEM está envolvida em outras acções e iniciativas nacionais visando garantir a qualidade das suas actividades de ensino, investigação e extensão. Por exemplo, a UEM submeteu em 2016 alguns dos seus cursos para avaliação e acreditação pelo CNAQ, conforme regem as normas do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade no Ensino Superior (SINAQES).

De acordo com os resultados preliminares da avaliação e acreditação, alguns dos cursos oferecidos pela UEM conseguiram obter acreditação de nível A (Excelente), nível B (Bom), havendo, no entanto, alguns que tiveram acreditação de nível C (Satisfatório). Para o comunicado da UEM, estes resultados são encorajadores uma vez que revelam que a Universidade oferece alguns cursos com elevados padrões de qualidade, mas também mostram que persistem ainda alguns desafios.

O comunicado não diz quais foram esses cursos.

Ainda no âmbito de avaliações, alguns estudantes da UEM foram submetidos a uma avaliação extraordinária pela Ordem dos Médicos de Moçambique. No entender da UEM, é legítimo que uma entidade de classe encontre formas de avaliar os seus membros. “No entanto, é importante que o processo e a metodologia utilizada sejam acreditadas e transparentes para que as partes envolvidas possam se ver reflectidas nos resultados finais dessa avaliação”, sublinha o comunicado.

A Ordem dos Médicos de Moçambique afirma em comunicado que dos 30 candidatos submetidos pela Universidade Eduardo Mondlane aos exames da Ordem, foram apenas aprovados 15, o que corresponde a uma reprovação de 50 por cento.
(AIM)
FF

(AIM)

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